sobre
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Porque sou feminista
O meu nome é Anabela Mota Ribeiro, nasci em Trás os Montes em 1971. Esta frase, tão simples, contém apenas alguns elementos de identificação. É o núcleo a partir do qual vou falar convosco sobre pequenos e grandes delírios domésticos. Por doméstico vamos considerar a casa, a família, uma certa atmosfera, um espaço habitado por… Continue reading
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Ler e escrever (Plano Nacional de Leitura)
Aprendi a ler com cinco anos, numa escola pública. Até há pouco tempo, não prestei especial atenção ao facto de ter aprendido cedo e ter aprendido bem. Fiz o primeiro ano, que então se chamava primeira classe, duas vezes: a primeira com cinco anos, quando frequentei a turma do meu irmão, um ano mais velho… Continue reading
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Curso de Cultura Geral – a minha lista
1- Aprender a ler e a escrever com cinco anos, numa boa escola pública. Requisitar livros da Biblioteca Itinerante da Gulbenkian que parava em Vila Real. Ter gosto em aprender. Adquirir as ferramentas fundamentais. 2- Ler o “Diário de Anne Frank” com 12 anos. Lê-lo de novo, ao telefone, com a minha irmã mais… Continue reading
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Sobre Mim
Anabela Mota Ribeiro nasceu em 1971 em Trás-os-Montes, vive e trabalha em Lisboa. Fez a licenciatura e o mestrado (variante Estética) em Filosofia na FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Na dissertação de mestrado trabalhou “A Flor da Melancolia e o Ímpeto Cesariano (ou a Negação e a Afirmação da Vida) nas Memórias póstumas de Brás… Continue reading
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Ao Brás Cubas (que nasceu no mesmo dia que eu)
Nasci no mesmo dia de Brás Cubas, o personagem criado por Machado de Assis no final do século XIX. No Rio de Janeiro é sempre calor quando Outubro vai alto, as magnólias floriram e os grilos zumbem às três da tarde. Mas quando penso em Brás Cubas não consigo pensar nessa estação em que tudo… Continue reading
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O dia em que conheci Chico Buarque
No dia em que conheci o Chico Buarque, ele vestia uma camisola azul. Pormenor insignificante, azul inesquecível. Recomeço: no dia em que conheci o Chico Buarque, ele tinha acabado de ler um artigo que eu tinha escrito sobre Budapeste. Foi pouco depois dos meus anos, em Outubro. Chico, que eu admirava como se admira um… Continue reading
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P/ Mª Filomena Molder, 36 anos da FCSH
1. Não queria ser pomposa ou resvalar para uma erudição, que não tenho como devia, nesta apresentação que vou fazer. Mas trago Dante e a Divina Comédia para começar a falar convosco, esta tarde. Começa assim o longo poema, de 14 mil versos, que o poeta italiano escreveu no toscano que todos podiam entender, e… Continue reading
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Os Filhos da Madrugada
No dia 25 de Abril, passam 47 anos desde a revolução dos cravos. Quase tantos de democracia quantos os de ditadura. O país mudou, o mundo mudou. Como auscultar esta mudança? Através de uma maratona de entrevistas àqueles que nasceram e foram criados em tempos de liberdade, ouvindo os filhos dessa madrugada, desse dia inicial,… Continue reading
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Somos Douro: o meu diário
Dia 1 Com Tatiana Salem Levy a espreitar, Rita Ferro Rodrigues e euzinha orgulhosas da nossa Priscilla, rainha do Douro. A sair. Que emoção! Camané na abertura do Somos Douro, em Lamego (teatro lindo), com a participação de alunos do Conservatório de Música de Vila Real. Sei de um rio, sei de um rio… Obrigada… Continue reading
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Ao Brás Cubas (que nasceu no mesmo dia que eu)
Nasci no mesmo dia de Brás Cubas, o personagem criado por Machado de Assis no final do século XIX. No Rio de Janeiro é sempre calor quando Outubro vai alto, as magnólias floriram e os grilos zumbem às três da tarde. Mas quando penso em Brás Cubas não consigo pensar nessa estação em que tudo… Continue reading
