sabiá
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Sabiá
Fevereiro em Londres, neve, nem cinco da manhã. Estação de metro. O primeiro comboio era afinal às 5.45. Esperei quieta, sozinha, sem medo. Fiquei a ouvir os pássaros, que cantavam maravilhosamente. Pássaros nocturnos, num cenário branco. Irreal, de certa maneira. O tipo de coisa que não se pode esquecer. Eu paro para ouvir os pássaros. Se… Continue reading
