miguel pais do amaral
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Miguel Pais do Amaral
Tudo é muito aprumado. O cabelo, os dentes certos, os talheres de prata. Nada é ostentatório. Os sapatos, os empregados, o chá de menta que se pede ao meio da manhã. Encontrámo-nos num daqueles hotéis em Mayfair onde nada reluz, porque reluzir é feio. O aparato novo rico é “disguuuusting”. Há gestos do passado, que… Continue reading
