antónio coimbra de matos
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Coimbra de Matos
Oito e meia da noite. O cinzeiro está sobre a secretária. A janela, que rasga o compartimento para o saguão, desenha já a noite de Outono. Ao fundo, há um espelho, alinhado à altura de um adulto. E ao lado, numa sala relativamente grande, coberto por um tecido luminoso, o divã. «Tenho um paciente marcado… Continue reading
